Conversas sem fim – Tic-take a smile

O filme levou-me à música, tic-take five (minutos) – tic-take a smile

E tudo me leva à conversa, na anterior referi que esta é a época do ano em que me sinto mais confortável, entre as estações verão-outono.

(foto por MJL – Pirenéus 2016)

Tic-take five minutes – tic-take a smile Tirar tempo para mim, tirar tempo para sorrir e neste “tirar” quero dizer “acrescentar”, um parar, fazer um exercício que aprendi com o Lourenço ou uma das receitas maravilhosas da Marta, sorrir por dentro, sorrir com os órgãos a observar o potencial de todas as possibilidades do que poderei receber, seja o que for, sem esperar o que seja, uma energia de bem-estar, um alimento que me leva ao conforto, que, lá está, até os órgãos sorriem. Costumo dizer que sou de sol, como as galinhas, quando o sol se põe eu deito-me e quando nasce eu levanto-me, mas se calhar até sou mais de lua… vou ao encontro da noite, da escuridão, como os ursos fazem quando está na altura de recolher, que é o que pede esta época do ano, ir para dentro, para a nossa zona de conforto, para a caverna/ninho/choco seja qual for. Ir ao centro de mim, às memórias, às raízes, ir ao básico do simples, rústico, selvagem, primário, ser feliz naturalmente, como uma criança, sorrir por estar vivo. No outro dia ao cozinhar uma coisa simples, pescada cozida com batata doce e feijão verde e ao molhar o pão no azeite trouxe-me memórias dos meus avós paternos. Sentir todos os aromas e paladares, ouvir e “ver” o meu avô, que no final das refeições apanhava sempre as migalhas do pão com as costas da faca, levantando gentilmente a toalha da mesa. Depois seguia-se a sesta à qual na altura resistia e que bem me saberia agora. Aqueles dias lânguidos ao entardecer, das brincadeiras na rua com os amigos até a avó chamar para o jantar… Ir para dentro, o número do centro do baguá, o 5, a tal caverna ao encontro com o meu centro, nesta gruta escura, quente ou fresca, onde estão todos os meus tesouros mais preciosos, os meus dons e talentos naturais, as minhas forças e fragilidades, onde posso ser eu comigo mesma. Por falar nisso quando fiz o curso de Feng Shui Lunar, na escola Serpente da Lua, com a Sofia Batalha descobri que o meu “animal de poder”, adivinhem qual é? Um Urso, pois tá claro. Então comecei a observar à minha volta no espaço e no tempo e apercebi-me que o “urso” esteve sempre comigo e que só agora me comecei a aperceber, como levantar de um véu, estou a ligar os pontos, desde a minha infância, até agora, palavras, expressões, sentires, estares… está tudo lá, fiquei tão contente e emocionada com esta descoberta, é outra dimensão completamente diferente, transversal, poderosa, potente, magnânima, brutal… Lembrou-me também uma carta do Tarot, a Força, representada por uma donzela a conduzir gentilmente uma fera selvagem e poderosa, pode ser um leão, um tigre, ou…. um urso!

Tic – take five (parar)

Tic – take a smile (sorrir)

Quem sabe o que se poderá descobrir ou receber?

VIDA…!

como sempre assino, MJL

Receba o nosso programa de regeneração pessoal

Entregue directamente na sua caixa de correio, durante os próximos 15 dias

Regenerar "is powered by" Kajabi